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Parábola dos dois filhos

Por Alexsandra Moreira de Castro

Mas, que vos parece? "Um homem tinha dois filhos, e, chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; mas não foi. Chegando-se, então, ao segundo, falou-lhe de igual modo; respondeu-lhe este: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi.

Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus." (Mateus 21:28-31) -

Integrante da obra "Evangelho e Parábolas Segundo o Espiritismo - Guia de Estudos Espíritas",da Coleção Iluminar.



Quando Jesus esteve entre nós, usou recursos linguísticos para falar do Reino de Deus e da Lei de Amor. Dentre eles, podemos citar: as alegorias, as metáforas e as parábolas.


A parábola dos dois filhos é uma breve narrativa de Jesus sobre a relação entre pais e filhos, do dever filial para com os genitores, sejam naturais ou adotivos.


Diz "O Evangelho segundo o Espiritismo" (peça em nossa livraria), no capítulo XVII, item 7, que o dever "é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. (...) o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio".


Já em "O Livro dos Espíritos" (peça em nossa livraria), a Espiritualidade Maior esclarece que a paternidade é uma missão, cabendo aos pais conduzir os filhos pela senda do bem (questão 582), enquanto que a lei da Natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para seus pais (questão 681), socorrendo-os em suas necessidades, principalmente na velhice e na doença.


Todos nós - filhos e filhas - devemos aprender a nos relacionar bem com os nossos pais, não somente no Dia do Pais, mas em todos os dias, esquecendo os possíveis conflitos. Devemos abraçar mais os nossos pais, afagar os seus cabelos, beijar os seus rostos (vários deles com as marcas das batalhas que enfrentaram e enfrentam, muitas delas por nós) e oferecer reconhecimento, entendimento, respeito, carinho, apoio, cuidado e amparo a esses seres (espíritos imperfeitos, como nós outros, e filhos diletos de um Deus que é puro Amor). Amparo a esses seres que, um dia, aceitaram nos receber em seus corações e em suas casas, abrindo-nos seus braços amorosos, em bases de imensa fraternidade.


Assim, Papai querido, trabalhador incansável pela nossa felicidade - que assumiu o compromisso junto a Deus de ser nosso tutor, amigo, companheiro e nos ajudar a crescer - receba a nossa singela homenagem, em forma de imensa gratidão, pela bendita oportunidade de trilharmos juntos o caminho evolutivo!




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