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Paternidade

Por Maria da Graça Britto de Azevedo

“Pai”, palavra singela que, ao ser entoada, move energias sublimes que fazem vibrar, nos que desempenham a paternidade, as fibras mais tênues de suas almas. Mas este privilégio encerra, em si, grande responsabilidade.


No convívio, no lar, há afeições consolidadas e que caminham na direção da sublimação. No entanto há convivências que trabalham o reajustamento emocional de espíritos, em programas de difícil estruturação evolutiva, pelo que merecem todo um investimento de amor, de vigilância, de consciência de dever, de misericórdia, de compaixão, de compreensão e de renúncia por parte dos genitores ou dos filhos.


A união conjugal não pode ser somente a busca de prazeres. É preciso que alijemos de nós os sentimentos de egoísmo e de vaidade a fim de que consigamos atingir os objetivos sagrados da convivência familiar.


Os bons exemplos devem fazer parte dos nossos hábitos para que aqueles, que conosco convivem, possam sentir em nós a segurança nas palavras que proferimos. Tenhamos, por roteiro seguro, os ensinamentos do evangelho em nosso lar, pois a maior herança que podemos deixar para os nossos filhos é a fé e a certeza de que com o Cristo a nossa caminhada será sempre mais leve e mais feliz.




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