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O Nascimento de Jesus na Terra

Por Alexsandra Moreira de Castro

Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no Seu Amor. Jesus (João 15:10)



Aproxima-se, no nosso calendário, a data em que comemoramos o nascimento do Mestre Jesus, o Espírito mais puro e perfeito que já passou pela Terra.


A chegada do Natal produz efeitos benéficos perceptíveis. Agigantam-se as ondas de alegria, fraternidade, fé e solidariedade, e surge, nesses dias, uma vontade firme de acabar com a miséria e o sofrimento humanos, fazendo com que maior soma de valores materiais seja distribuída, assim como abraços, palavras confortadoras e orações.


Lembrar-se do nascimento de Jesus na Terra conduz o ser a pensar também sobre o seu próprio nascimento e proposta de vida, levando-o à autorreflexão necessária para acender a luz interior, de modo a renovar-se, equilibrar-se, alimentar-se do pão da vida e seguir o mandamento do Mestre: “como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” [1].


Renovado, o homem consegue avistar a estrela que indica o Caminho, a Verdade e a Vida, retirando-se, enfim, das noites da ignorância; é capaz de ouvir a melodia angélica que anuncia a presença de Jesus e o seu convite para se melhorar e trabalhar na seara do bem.


Mas como ser melhor? Responde o espírito Santo Agostinho: - “Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo” [2]. O mesmo espírito propõe o seguinte exercício: interrogar-nos sobre o que temos feito e com qual objetivo; perguntar-nos se censuraríamos algo que fizemos, se fosse realizado por outrem; avaliar se esconderíamos algumas de nossas ações; se temeríamos o olhar de alguém no mundo dos Espíritos. Ou seja, examinar, todos os dias, se obramos contra Deus, contra o próximo ou contra nós mesmos e, corajosamente, reconhecer as nossas imperfeições, esforçando-nos para domar as nossas más inclinações e transformando-nos moralmente nesse processo.


O espírito Bezerra de Menezes, no capítulo “Filhos do Natal”, da obra “Receitas de Amor e Paz”, psicografada por Adail Sebastião Rodrigues Jr. e publicada pela Caravana de Luz Editora, aconselha-nos a observar a dinâmica da vida que circunda os nossos passos, percebendo as misérias humanas e as dores indescritíveis. Chama-nos a atenção para as almas caídas desejosas de paz, para os abandonados, equivocados, iludidos e desesperados que suplicam por consolo, pois são eles os Filhos do Natal, necessitados da caridade, do equilíbrio, do exemplo e da educação.


Há tantas dores caminhando ao nosso lado! Pequeninos irmãos, carentes de amor, vistos apenas pelos corações mais sensíveis. Como disse Jesus: “Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” [3].


Relembrando que Deus, Misericordioso e Bondoso, renova diariamente as oportunidades para o nosso reerguimento, preparemo-nos para receber o Cristo não só na noite de Natal, mas em todos os dias de nossas vidas. Guardemos os mandamentos de Jesus, buscando permanecer no seu amor, assim como ele guarda os mandamentos divinos e permanece no Amor de Deus [4]. Envoltos nesse sentimento sublime, no Amor que nos sustenta e acolhe, a nos chamar para a responsabilidade e para a felicidade, celebremos com alegria o nascimento de Jesus em nós.


FELIZ NATAL!



[1] João 13,34

[2] O Livro dos Espíritos (peça em nossa livraria), questão 919

[3] Mateus, 25:40

[4] João 15:10




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