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O Evangelho de Jesus e nossa “bateria espiritual”: refletindo sobre o jugo suave

Por André Azevedo

“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas; porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” Jesus (Mateus, 11: 28-30).


“Muitos pontos do Evangelho, da Bíblia e dos autores sagrados em geral não são inteligíveis, muitos mesmo não parecem irracionais senão pela falta de uma chave para compreender-lhes o verdadeiro sentido; essa chave está inteiramente no Espiritismo, como já se convenceram aqueles que o estudaram seriamente, e como ainda o reconhecerão melhor mais tarde.” Introdução de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (peça em nossa livraria), publicado originalmente em 15 de abril de 1864.



A comemoração, neste 15 de abril, do 153º aniversário da publicação de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” nos convida a refletir não apenas sobre a importância dessa obra – que lança luz sobre os ensinamentos do Mestre, em benefício de toda a Humanidade -, mas também em nossa própria relação com tais ensinamentos, ao longo das lutas cotidianas que experimentamos em nossas vidas. De que maneira temos vivenciado, na caminhada diária, as lições apresentadas pelo Cristo e elucidadas pelo trabalho de Kardec?


Para auxiliar nessa reflexão, bem como em todo o estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, a Caravana de Luz Editora lançou a obraEvangelho e Parábolas Segundo o Espiritismo - Guia de Estudos Espíritas”. Mais informações sobre a obra podem ser encontradas no link correspondente.


Vejamos, por exemplo, a fala do Mestre a respeito do jugo suave. Tal passagem é trabalhada no Capítulo VI de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, intitulado “O Cristo Consolador”. No comentário, Kardec esclarece que o alívio prometido pelo Cristo a seus discípulos consiste não na supressão das dores e dificuldades da caminhada – como muitos erroneamente interpretam -, mas sim na suavização da amargura provocada por tais dores e dificuldades, com base na fé no futuro e na confiança na Justiça Divina, as quais decorrem da consciência a respeito da vida futura e da imortalidade da alma.


Assevera Kardec, entretanto, que “Jesus coloca uma condição à sua assistência e à felicidade que promete aos aflitos; essa condição está na lei que ensina; seu jugo é a observação dessa lei; mas esse jugo é leve e essa lei é suave, uma vez que impõem por dever o amor e a caridade”. A partir disso, podemos concluir que o caminho que nos conduz ao alívio das nossas dores morais e à verdadeira felicidade reside não na procura das facilidades ilusórias oferecidas pelo mundo, mas sim na busca pela consciência tranquila, a partir da vivência do amor e da caridade em todas as suas dimensões.


Para ilustração, tomemos a seguinte analogia: nossas energias morais e espirituais são como uma bateria sensível que demanda, para seu adequado funcionamento, a recarga na frequência do bem, a partir do estudo e da vivência das lições do Mestre. O mundo, entretanto, oferece-nos, a todo momento, recargas em outra frequência – aquela dos excessos e das ilusões -, prometendo-nos uma suposta felicidade que não passa de miragem no deserto.


Reflitamos, então: por que tantos de nós insistimos em procurar avidamente as recargas do mundo, precipitando-nos ao curto-circuito da frustração e da culpa, quando temos ao nosso dispor a porta segura do Evangelho de Jesus, destrancada pela chave da Codificação, a nos convidar, incessantemente, aos voos mais altos do Espírito?




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