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Meu LAR está protegido?

Por Heleuse Rousie


“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.” (Mateus 7:24-25)


“A casa são as paredes, o LAR são as pessoas[1]. E assim como a casa precisa de paredes e pilastras que a sustentem, as pessoas também precisam de sustentação moral e espiritual para que possam manter o seu LAR livre das intempéries da incompreensão, do frio da indiferença e dos ventos da discórdia.



Uma casa precisa de vários profissionais para que fique bem construída, segura, do alicerce ao telhado; já para as pessoas, o Grande Arquiteto é Deus, que nos fez obras perfeitas, mas inacabadas. Deus permite que nós sejamos os construtores de nós mesmos, fazendo e refazendo a cada dia o que ainda não está pronto, alicerçando com cada “transformação moral, o esforço que empreendemos para domar nossas más inclinações[2].


Não podemos nos esquecer da proteção que a casa nos confere, mas é imprescindível blindar o nosso LAR contra todo o tipo de influências negativas que possam nos atingir, e elas são várias. Estão presentes nas ilusões que o mundo nos oferece e nas ilusões que nós mesmos criamos.


Por isso mesmo é necessário “vigiar e orar”, abrindo as portas da nossa casa para nossos amigos, mas abrindo principalmente as portas do nosso coração para os ensinamentos do Cristo. Ele nos garantiu que onde duas pessoas estivessem reunidas em seu nome, ali Ele estaria também [3]. Por isso, na construção do LAR, a primeira “pessoa” que devemos convidar para nos visitar é Cristo, pois, onde a palavra D’ele se faz presente, a paz e a harmonia imperam.


O “Culto do Evangelho no Lar” é o momento em que Cristo responde ao nosso convite e adentra a nossa casa para purificar o ambiente, abrindo janelas, que inundam de luz a esperança de vivermos em paz, compreendendo que somos pessoas únicas e que cada um deve exercer o seu papel e, ao mesmo tempo, respeitar o papel do outro.


É na construção do dia a dia, fundamentada em uma relação de respeito, amor e, principalmente, de amparo e compreensão que vamos edificando o nosso LAR.


No livro “O Mágico de Oz”, quando Doroty finalmente consegue retornar para casa, ela diz que: “Não há lugar como nosso lar[4]. Mas, para que possamos sentir esta alegria e segurança, é necessário que nossa casa esteja construída sobre rocha firme, como nos aconselhava Jesus, e a rocha mais firme que nos ampara é Deus. É esta rocha firme que sustenta a nossa casa e faz com que ela se transforme em LAR. Não bastam paredes, telhados e alicerces, esteja ela onde estiver, é preciso um trabalho constante de construção moral para que o nosso LAR seja realmente edificado.



[1] CALLIGARES, Rodolfo. O lar é mais importante que a casa. In: A vida em família.

[2] KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo (peça em nossa livraria). Cap. XVII: Sede perfeitos, item IV.

[3] Mateus 18,20.

[4] O mágico de Oz – L. Frank Baum.




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