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Felicidade

Por Alexsandra Moreira de Castro

Quando escrevemos o vocábulo felicidade no Google, aparecem 40 milhões e 300 mil resultados em 0,46 segundos. São conceitos, definições, frases, imagens, artigos, estudos, músicas, blogs, vídeos e palestras. Se escrevemos felicidade associada ao Espiritismo, aparecem mais de 2 milhões de resultados, em 0,43 segundos. Esses dois resultados considerando apenas a língua portuguesa.

Dentre os resultados, nós vemos que existe o Dia Internacional para a Felicidade. Criado pela Organização das Nações Unidas, é mundialmente comemorado no dia 20 de março e tem por objetivo promover a alegria entre os povos e levar a humanidade a perceber a importância do bem-estar em nossas vidas (individual e coletivo), de tal forma que conflitos e guerras – ou qualquer outro tipo de conduta que ponha em risco a paz mundial – possam ser evitados.


Mas, afinal de contas, o que é a felicidade?

Caminho inerente à jornada evolutiva ou meta de vida a ser alcançada?


Na tentativa de responder, recordamos do apóstolo Paulo que, em sua primeira carta aos Tessalonicenses, assevera: Regozijai-vos sempre. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco (capítulo 5, versículos 16 e 18). Também nos recordamos de Emmanuel, que, no capítulo 102, intitulado Regozijemo-nos sempre, da obra Fonte Viva (peça em nossa livraria), pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, esclarece:


Nada existe no mundo que não possa transformar-se em respeitável motivo de trabalho, alegria e santificação.

E a própria Natureza, cada dia, exibe expressivos ensinamentos nesse particular.

Depois da tempestade que arranca raízes, mutila árvores, destrói ninhos e enlameia estradas, a sementeira reaparece, o tronco deita vergônteas novas, as aves refazem os lares suspensos e o caminho se coroa de sol.

Somente o homem, herói da inteligência, guarda consigo a carantonha do pessimismo, por tempo indeterminado, qual se fora gênio irado e desiludido, interessado em destruir o que lhe não pertence.

Ausência continuada de esperanças e de alegria na alma significa evolução deficitária.

Por toda parte, há convites à edificação e ao aprimoramento, desafiando-nos à ação no engrandecimento comum.

Ninguém é tão infeliz que não possa produzir alguns pensamentos de bondade, nem tão pobre que não possa distribuir alguns sorrisos e boas palavras com os seus companheiros na luta cotidiana.


Também nos socorremos com O Livro dos Espíritos (peça em nossa livraria). Com a leitura e o estudo da mencionada obra, aprendemos que a suprema felicidade é o destino final de todos os homens (questão 177), quaisquer que sejam os obstáculos que nós, Espíritos imortais, possamos enfrentar (questão 222). Também entendemos que existe felicidade relativa, vez que não podemos gozar de completa felicidade na Terra, porque a oportunidade da vida nos foi dada como prova ou expiação e que depende de cada um de nós ser tão feliz quanto possível (questão 920). Registro, ainda, que a Espiritualidade Amiga traz um conceito para a felicidade: “Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro” (questão 922).

Em Escrevendo Palavras, Modificando Conceitos, vemos que “(...) é necessário que avaliemos se nossa visão corporal não nos permite a percepção do Mundo Maior; se nossos ouvidos não nos permitem ouvir os conselhos dos bons amigos. Cabe-nos ampliar nossa receptividade para termos olhos de ver e ouvidos de ouvir. (...) Sempre somos felizes quando queremos, uma vez que a felicidade é um estado de alma. E a felicidade, batendo à porta, só entra em casa de quem a abre (pelo Espírito Angélica, psicografia de Maria Fátima Ferreira de Carvalho, capítulo 12: Jesus e a felicidade).


Portanto, a felicidade na Terra será instaurada quando vivenciarmos o Evangelho de nosso Mestre Jesus, pois não basta dizermos Senhor, Senhor” para usufruirmos do Reino dos Céus. A vontade do Pai deve ser cumprida (Mateus 7,21). E o que é fazer a vontade de Deus? É eleger o amor e o bem como roteiros de vida, levando alimentos e agasalhos, moradia e mobilidade, assistência física e moral, amparo e consolo, instrução e educação aos corações humanos que nos rodeiam, encarnados e desencarnados, na medida de nossas forças. É permitir que de nós saia luz e entendimento, paz e tolerância. Um amigo muito querido (Luciano Magalhães) diz sempre que essa caminhada é solitária, mas também solidária. Em outras palavras, para sermos felizes devemos espalhar felicidade.


E a AÇÃO SOCIAL CARAVANA DE LUZ (ASCL) – JARDIM DAS BORBOLETAS espalha felicidade, atuando em diversas áreas (educação, saúde, habitação, desenvolvimento pessoal e comunitário), por meio de vários projetos e de múltiplas ações. Quer conhecer o trabalho? Quer trilhar esse caminho conosco? Acesse www.jardimdasborboletas.org.br.





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