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Bezerra e a caridade

Por Alexsandra Moreira de Castro

"Caso não detenhas condição material para estancar a fome, enxuga o pranto com a palavra amiga; se não te sobras recurso amoedado para dirimir o sofrimento alheio, habitua-te a tolerar e entender, perdoar e amar..." Trecho do capítulo Beneficência e caridade, da obra Receitas de Luz e Renovação, título desta Editora.



A palavra "apóstolo" remete aos 12 Discípulos de Jesus, por Ele escolhidos para difundir seus ensinamentos. Os 12 formaram, portanto, o Colégio Apostolar do Mestre, inspirando-nos em nossa caminhada. Já a palavra "caridade", ensina-nos a Plêiade de Espíritos Superiores, na questão 886, de O Livro dos Espíritos, é "benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições do outros, perdão das ofensas".


Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (29 de agosto de 1831 a 11 de abril de 1900) é por nós conhecido como o Apóstolo da Caridade, porque podemos afirmar que ele é integrante do conjunto de indivíduos que não só abraçaram os ideais crísticos, mas que vivem segundo esses princípios. Dois de seus exemplos, dentre os muitos, são:


1º O consultório andava sempre cheio: pobres e abastados; crianças, moços e velhos. Bezerra observava-os atentamente e costumava dizer que aprendia, todos os dias, uma página viva de "geologia humana". Olhava aquelas almas através das lunetas da bondade: adivinhava-lhes as amarguras do espírito, auscultava-lhes as dores morais. Receitava medicação para o corpo e bálsamo para o espírito. Quem notasse a enorme afluência de clientes, seria induzido a supor que era um homem bem instalado na vida, enriquecido. Tudo engano. Durante os últimos 4 anos de vida, a situação de sua família era a mais precária possível. É que Bezerra nada cobrava pelas consultas. Ele dizia: "Não posso ver a pobreza sofrer". Foi assim que ficou conhecido como o "médico dos pobres" (Bezerra de Menezes: médico de pobres, de Francisco Acquarone);


2º Narra a literatura espírita que ocorreu uma reunião no mundo espiritual para homenagear a desencarnação de Bezerra (passado meio século de seu desenlace, quer dizer, no ano de 1950). Uma emissária da Mãe Santíssima foi portadora de uma mensagem, convidando-o para tarefa em Plano mais alto. Bezerra chorou emocionado e, ajoelhado, suplicou permanecer junto a Terra, zelando por nós. A emissária, então, retornou às esferas elevadas e, instantes depois, trouxe a resposta amorosa de Maria: "sim, você pode permanecer pelo tempo que desejar, com a minha bênção"


Que possamos, assim como Bezerra, ajudar o nosso semelhante, fazendo o Bem no limite de nossas forças, não nos esquecendo que "A beneficência ajuda. A caridade soluciona. A beneficência facilita. A caridade sustenta. A beneficência é passageira. A caridade é perene", como nos alerta José, no mencionado capítulo Beneficência e caridade.




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