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  • CARAVANA DE LUZ EDITORA

Pacificação em nós

Por Maria da Graça Britto de Azevedo

O Evangelho Segundo o Espiritismo (peça em nossa livraria) é a terceira obra do Pentateuco Kardequiano. Publicado em 1864, tem seu prefácio assinado pel'O Espírito de Verdade, que nos afirma que os “Espíritos do Senhor (…) espalham-se por toda a superfície da Terra e, semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar os caminhos e abrir os olhos aos cegos”, convidando-nos ao exercício do amor.


No capítulo IX da citada obra, denominado “Bem-aventurados os que são brandos e pacíficos”, é possível ver facetas desse amor quando, nas Instruções dos Espíritos, são apresentadas a afabilidade, a doçura, a paciência, a obediência e a resignação, virtudes tão necessárias à vida de relação e que devem ser, primeiro, conquistadas individualmente. Em resumo:


- Afabilidade: produzida pela benevolência e fruto do amor ao próximo. Os homens e mulheres que possuem tal virtude não apresentam máscaras de bonomia e, sim, o coração repleto de educação. A autoridade que usam é aquela que decorre de sua moralidade.


- Doçura: também produzida pela benevolência, como fruto do amor ao próximo, é companheira de indivíduos que reconhecem no outro o seu semelhante. Tais indivíduos nunca se desmentem: são os mesmos em família e em sociedade, cientes de que, ainda que enganem os homens pelas aparências, não conseguem enganar a Deus.


- Paciência: deve ser praticada como ensinada por Jesus, principalmente em nossos momentos de dor (bênção que Deus envia como oportunidade de arrependimento, expiação e reparação, com vistas ao nosso aprendizado e crescimento).


- Obediência: virtude operante, que implica no consentimento da razão, ainda que muitos a confundam com a negação da vontade. O orgulhoso e o egoísta não podem ser obedientes. Disse Lázaro, que subscreve a mensagem, que a vontade rebelde será submetida e toda resistência orgulhosa será vencida, e, assim, a vontade de Deus reinará.


- Resignação: virtude também muito ativa, ao contrário do que parece a muitas pessoas. Significa o consentimento do coração. O fraco, o covarde e o medroso não podem ser resignados. Os espíritos fortes, corajosos na luta pela vitória contra suas más inclinações, serão elevados.


Pela exposição acima, percebemos que a afabilidade, a doçura, a paciência, a obediência e a resignação são virtudes irmãs da pacificação, que significa o ato ou efeito de pacificar-se, a partir do qual restabelecemos a paz em nós mesmos, em nosso interior, paz essa que passa a se expandir a todos e a tudo que nos cerca, quando nos alinhamos com a Lei de Amor, de Justiça e de Caridade.


Isso e muito mais podemos ver detalhado, explicado e referenciado no livro Evangelho e Parábolas segundo o Espiritismo: Guia de Estudos Espíritas, da Caravana de Luz Editora. Além disso, o referido livro oferece o ensejo de "arregaçarmos as mangas" para conhecermos a nós mesmos e nos tornarmos melhores a cada dia, aplicando às nossas vidas os ensinos deixados por Nosso Senhor Jesus Cristo e esclarecidos pela Doutrina Espírita, que tão fundo cala em nossas almas.




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