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Ser ou não ser político? Uma reflexão necessária e urgente

Pela Equipe de Comunicação e Marketing


Cada cidadão, independentemente de ocupar ou não um cargo político, é responsável por suas escolhas e pelas consequências que delas advirem.

Ana Paula Carvalho, na obra “Ser ou não ser político? Pensando política à Luz do Espiritismo” - Caravana de Luz Editora, 2022.



Vivemos hoje um tensionamento palpável da vida coletiva brasileira, em seus diferentes aspectos: político, econômico, social, psicológico, ético, ambiental, institucional… Trata-se do que poderíamos denominar como uma crise generalizada, que impacta a todos nós, ainda que de formas diferentes, e que, ao mesmo tempo, convida-nos à reavaliação de nossa postura e de nosso papel na qualidade de cidadãos e cidadãs do Brasil. Como podemos acreditar na superação dessa crise sem chamarmos para nós mesmos a responsabilidade pelas escolhas e ações que, tomadas em conjunto, determinarão o futuro do País?


Ser ou não ser político? Pensando política à luz do Espiritismo – De autoria de Ana Paula Carvalho – Sob a inspiração de Espíritos Diversos – Caravana de Luz Editora

É essa a reflexão levantada na obra Ser ou não ser político? Pensando política à luz do Espiritismo, de autoria de Ana Paula Carvalho. Escrito em linguagem clara e acessível, o livro parte de uma discussão sobre o conceito de política, na qual a autora resgata as bases do pensamento político da Humanidade, a partir de suas duas tradições principais: a grega e a chinesa. Feita essa introdução, a obra aborda a problemática da participação política à luz da Doutrina Espírita, com destaque para a responsabilidade do indivíduo na construção do bem coletivo – ilustrada com propriedade a partir das biografias de Rosa Parks e Martin Luther King Jr.


Em seguida, a autora nos convida a repensar nossas crenças sobre a política, em especial aquelas que tendem a nos afastar da participação na vida pública, a exemplo da noção falaciosa de que “todo político é corrupto”. Alerta-nos, ainda, para os perigos da demagogia, exemplificados pelas histórias de tiranos terrestres que conseguiram, em diferentes momentos e lugares, manipular a opinião pública para conquistar o poder e nele se manter, às custas do sofrimento e das vidas de milhões de pessoas.



O ponto culminante da obra parece-nos ser o brilhante capítulo acerca da democracia, no qual a autora não apenas resgata a origem e a evolução dessa ideia, como também evidencia conceitos importantíssimos para a compreensão dos motivos pelos quais a democracia, a despeito de seus problemas e desafios, ainda é preferível a todas as demais formas de governo, conforme argumentado por Churchill em seu famoso discurso à Câmara dos Comuns. Sufrágio universal, direitos fundamentais e Estado Democrático de Direito são algumas das definições abordadas nessa seção.


A título de encerramento, Ana Paula Carvalho reflete sobre a política a partir de uma lente mais abrangente – qual seja, a da nossa realidade como espíritos imortais, em passagem pela Terra com o duplo objetivo de nos aperfeiçoarmos e de contribuirmos para a construção de um mundo melhor. Nessa perspectiva, a autora situa a todos nós na posição de cidadãos do Universo, perante a qual se dissolvem todas as fronteiras humanas que dividem nações e separam pessoas. Sob essa óptica, somos todos irmãos, filhos de um mesmo Pai e imbuídos - cada um de nós – da missão de sermos cooperadores de Deus na grande tarefa da evolução planetária.



A partir desse ponto de vista, desaparecem na infinitude do espaço e na eternidade do tempo todas as classificações terrenas que utilizamos, ainda hoje, para nos dividirmos uns aos outros em diferentes categorias de pessoas. Esquerda e direita, ricos e pobres, nós e eles, brasileiros e estrangeiros; todas essas dualidades, assim como tantas outras, deixam de ter razão de ser quando enxergamos a vida com os olhos do espírito imortal, da mesma maneira como a própria Terra, observada na escala do Cosmos, toma a forma de um pequeno ponto azul, imerso em uma vastidão que ainda mal compreendemos.


Reflitamos, por fim, que a postura espírita perante a política deve ser permeada por valores e atitudes condizentes com a conduta do próprio Jesus, nosso modelo e guia. Lembremos o exemplo do Mestre ao ser detido no jardim de Getsêmani pelos guardas do templo; diante da postura violenta de Pedro, que cortou a orelha de um dos soldados com sua espada, Jesus não apenas cura o algoz ferido, como também repreende a conduta do apóstolo, dizendo: “Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão” (Mateus, 26:52).


Com esse exemplo, o Mestre consagrou a tolerância e a não-violência como parâmetros de conduta a serem observados por todos os cristãos, inclusive diante daqueles irmãos que, em razão de nossa miopia espiritual, ainda consideramos como inimigos. Busquemos, portanto, a internalização desses valores, tanto na vida pessoal quanto em nossa participação na vida política, e estaremos, assim, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, pacífica e fraterna, em benefício de todos.



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