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Deus, flagelos e desencarnação coletiva

Por Maria da Graça Britto de Azevedo

Deus é a inteligência suprema e superior a todas as inteligências. Isento de qualquer vicissitude e de qualquer imperfeição, Nosso Pai é a causa primeira de todas as coisas e o que vem Dele é perfeito. Embora não possamos ainda compreender Sua natureza íntima, nós sabemos que Ele é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, onipotente e soberanamente justo e bom, mas só O compreenderemos melhor à proporção que nos elevarmos acima da matéria e nosso senso moral tiver alcançado a maturidade espiritual.


No capítulo VI, Da Lei de Destruição, Flagelos destruidores, do O Livro dos Espíritos (peça em nossa livraria), Allan Kardec diz que “Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus (...)”. E constatamos que, diante de situações de calamidade pública a benevolência humana se expande e contagia a todos nós, as diferenças presentes no cotidiano desaparecem e o trabalho no bem se concretiza. Lembremo-nos que Jesus disse que “a cada um seria dado segundo suas obras” e confiemos em Deus, que não permitiria a dor se não houvesse em cena um propósito nobre como pano de fundo. “Venha por um flagelo a morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo é que maior número parte ao mesmo tempo.” Flagelos naturais independem do homem e existem para fazê-lo progredir mais depressa pois a destruição “ é uma necessidade para a regeneração dos Espíritos”.


A Doutrina Espírita é clara e objetiva ao afirmar que o destino de todo indivíduo é traçado por ele mesmo, isto porque a lei divina é inflexível e universal e, assim sendo, não há vítimas no Universo e a dor não é um ato punitivo de Deus, mas sim, uma consequência inevitável das escolhas, atitudes e comportamentos de quem, um dia, desrespeitou os supremos códigos da Vida.


Sobre tragédias provocadas por homens incautos e gananciosos, cujas decisões e ações criminosas visam lucros pessoais, salienta o Codificador: “Considerai os atos desses exploradores dos flagelos humanos e distinguireis, mesmo com os olhos do corpo, os homens predestinados à decadência. Vide-os ávidos de honras, inflexíveis no ganho, presos com sua vida a todas as posses terrenas e sofrendo mil mortes pela perda de uma parcela do que, entretanto, terão que deixar. Olhai-os e neles reconhecereis, sob as riquezas que acumulam à custa dos infelizes, os futuros humanos decaídos.” (Allan Kardec, Revista Espírita de julho de 1867)


Todavia, o Pai jamais abandona Seus filhos e, no caso de mortes coletivas, entram em ação as esquipes socorristas formadas por "espíritos rigorosamente treinados em técnicas especialíssimas” de atendimento para todo tipo de auxílio. Há inúmeros casos descritos nas obras de André Luiz (peça em nossa livraria) que salientam a importância do trabalho daqueles espíritos que carinhosamente nomeamos de “Bombeiros do Além”!




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