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Pensamento e mediunidade: o fermento espiritual em nossas vidas

Por André Azevedo

“Toda pessoa que sente, em um grau qualquer, a influência dos Espíritos, por isso mesmo, é médium.” Allan Kardec, em “O Livro dos Médiuns” (peça em nossa livraria), cap. XIV – “Dos Médiuns”, publicado pela primeira vez em 15 de janeiro de 1861.


“Sobretudo, lembra do Cristo e tem n’Ele o Exemplo Máximo, assemelhando-se ao Médico de todos nós, simples servos do amor e do bem. Em tal atitude, certamente encontrarás razão suficiente para dedicar-te à mediunidade com Jesus, a fim de que teu dom divino seja portal sublime à tua própria redenção.” Antônio Rosa Botelho. Mensagem “Divino Dom”, do livro Receitas de luz e Renovação”, por espíritos diversos. Psicografia de Adail Sebastião Rodrigues Jr. Belo Horizonte: Caravana de Luz Editora, 2014.



Ao comemorarmos, neste mês, o aniversário de 156 anos de “O Livro dos Médiuns” (peça em nossa livraria), faz-se oportuno rememorarmos o conceito apresentado pelo Codificador, que define como médium todo aquele que sente, em um grau qualquer, a influência dos Espíritos. A expressão ora destacada enseja a conclusão de que não apenas é médium o indivíduo dotado de faculdades ostensivas, como também o é aquele que intercambia com os Espíritos pensamentos e emoções no âmbito dos processos de natureza intuitiva. Tendo em vista que todos nós participamos, em maior ou menor grau, desse intercâmbio, conectados como estamos a outras mentes encarnadas e desencarnadas pelos mecanismos do pensamento e sob a égide da lei de sintonia, podemos concluir, seguramente, que somos todos médiuns.


Diante de tal realidade, cabe-nos refletir se temos feito o que nos aconselha o espírito Antônio Rosa Botelho, no sentido de tomarmos os ensinamentos e exemplos do Mestre Jesus como parâmetro para nosso próprio comportamento e empreendermos, a partir disso, o esforço de reforma íntima indispensável ao bom aproveitamento da mediunidade em favor de nosso processo evolutivo. Tendo em vista que a sede do fenômeno mediúnico é a mente, cujas expressões se materializam por meio de nossos pensamentos, é pela análise deles que convém iniciarmos essa auto-avaliação.


O Cristo comparou o reino dos céus ao fermento misturado à farinha até que toda ela fosse levedada (Mateus, 13:33). No contexto da evolução, podemos considerar nosso pensamento como o fermento que, ao agir sobre nós mesmos e sobre os semelhantes, molda-nos as atitudes e ações, bem como influencia aqueles que com ele estão em sintonia. Naturalmente, a qualidade boa ou má de tais consequências do pensamento depende da natureza do mesmo, de modo que, a partir de nossa postura mental, construímos para nós mesmos as asas que nos libertam para a Vida Maior ou as correntes que nos mantêm aprisionados à inferioridade espiritual, segundo o imperativo da Lei de Causa e Efeito.


Maior importância adquire essa conclusão quando, ao nos enxergarmos na qualidade de médiuns, tomamos consciência do intercâmbio que constantemente travamos, pelo pensamento, com outros espíritos, segundo a sintonia que com eles estabelecemos. Portanto, em benefício de nós mesmos, procuremos vigiar os pensamentos e estabelecer conexões com o Alto por meio da prece, de modo que nosso divino dom da mediunidade, seja ela ostensiva ou intuitiva, possa acelerar a fermentação do amor em nossos corações, angariando-nos o crescimento espiritual para o qual o Mestre Jesus nos convida.




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