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O Amor de Mãe na Família Universal: a lição de Madre Teresa de Calcutá

Por Angelina Freitas

“Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.” Jesus (João, 19: 26-27).


“Todavia, labora enquanto é tempo. Não te furtes ao momento de ofertares o sorriso e o pão a quem sofre fome, tristeza, desilusão... Assim volverás às alturas do Céu de paz e amor.” Elvira Luciani. Mensagem “Amor de Mãe”, do livro “Receitas de luz e Renovação”, por espíritos diversos. Psicografia de Adail Sebastião Rodrigues Jr. Belo Horizonte: Caravana de Luz Editora, 2014.



A maternidade é, sem dúvida, uma das mais belas tarefas que um espírito, temporariamente encarnado em um corpo feminino, pode exercer na Terra. Dentre as múltiplas expressões de amor que se manifestam sobre o Orbe, o incomparável e universalmente louvado amor de mãe é aquele que mais se aproxima, em nosso nível evolutivo, do Amor Divino que nos sustenta a marcha rumo à Perfeição.


Não obstante a importância do parentesco carnal como sustentáculo de muitos laços que, por necessidade evolutiva e sob o imperativo da Lei de Causa e Efeito, devemos restaurar e fortalecer em nossa passagem pela Terra, cabe-nos ampliar a visão no tocante ao parentesco espiritual, dilatando o entendimento de modo a nos sentirmos parte da Família Universal e enxergarmos, assim, a necessidade de estabelecer vínculos de amor com todos os nossos irmãos em espírito. Não foi outro o entendimento do Mestre na cruz, quando, ao notar o sofrimento de sua mãe terrestre e do discípulo a quem amava como um irmão, apresentou-lhes, na lição inesquecível, uma visão mais ampla de família.


Dentre os grandes missionários que viveram, ainda na Terra, o amor universal, recordemo-nos do exemplo de Madre Teresa de Calcutá, recentemente reconhecida pela Igreja Católica, com toda a justiça, no rol dos santos. Embora não tenha exercido a maternidade biológica, Madre Teresa foi mãe de muitos, tendo dedicado a própria encarnação a cuidar de seus filhos da alma. Diante da terrível realidade de miséria e sofrimento que encontrou na Índia, esqueceu-se de si mesma para, como mãe amorosa e dedicada, aliviar as dores materiais e espirituais de milhares de pessoas, fundando, nesse processo, uma das maiores obras de caridade da história planetária, a qual perdura até hoje.


Diante dos famintos, proporcionava-lhes o pão do espírito e da matéria, alimentando almas e corpos com sua ternura de mãe. Perante os doentes, pensava-lhes as feridas e permanecia junto a seus leitos, renovando o ânimo e a esperança em corações que, não raro, jaziam abandonados pela família carnal. Frente às injúrias e calúnias que muitas vezes recebeu de corações incompreensivos, perdoava-lhes de modo todo maternal, por enxergar nos críticos não os algozes cruéis, mas sim os filhos transviados do caminho, a demandar-lhe paciência e resignação.


Quer estejamos hoje encarnados como homens ou mulheres e quer tenhamos ou não a prole física sob nossos cuidados, que o exemplo do amor maternal de Madre Teresa seja inspiração para nossa própria conduta perante o próximo, de modo que, cientes de que estamos todos unidos sob o Amor Divino na Família Universal, aprendamos a amar ao próximo incondicionalmente, tal como o Mestre nos ensinou.




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