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O que o uso de drogas verdadeiramente altera em nossas vidas: a percepção ou a realidade?

Por André Azevedo

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“Q. 645 - Quando o homem se acha, de certo modo, mergulhado na atmosfera do vício, o mal não se lhe torna um arrastamento quase irresistível? R: Arrastamento, sim; irresistível, não; porquanto, mesmo dentro da atmosfera do vício, com grandes virtudes às vezes deparas. São Espíritos que tiveram a força de resistir e que, ao mesmo tempo, receberam a missão de exercer boa influência sobre os seus semelhantes.” “O Livro dos Espíritos” (peça em nossa livraria), codificado por Allan Kardec, Q. 645.


“Precatar-se contra tóxicos, narcóticos, alcoólicos, e contra o uso demasiado de drogas que viciem a composição fisiológica natural do organismo. Existem venenos que agem gota a gota.” André Luiz. Capítulo “Perante o corpo”, do livro “Conduta Espírita” (peça em nossa livraria). Psicografia de Waldo Vieira.



A dor e o sofrimento que, em geral, marcam a existência humana sobre a Terra consistem em elementos educativos para o progresso espiritual, convidando-nos frequentemente à mudança de pensamentos e atitudes, de modo a nos afinarmos com a Lei Divina. Todavia, longe de enxergarmos a vida por essa lente, muitos de nós ainda não aprendemos a suportar as dores da existência e, por isso, procuramos anestesiá-las por meio do uso de “bengalas psicológicas”, das quais muitas vezes nos tornamos dependentes. Um dos tipos mais comuns de anestesia psíquica – procurado ao longo de toda a História humana, mas cada vez mais utilizado na contemporaneidade – é o uso de substâncias químicas – lícitas ou ilícitas, conforme os tempos e lugares – que alteram, por tempo determinado, a percepção que o indivíduo possui da realidade, tanto exterior (problemas a resolver, conflitos na relação com o outro, etc.) quanto interior (estado psíquico de ansiedade, angústia, depressão, etc.).


Quando refletimos a respeito do fenômeno do uso e da dependência de álcool e outras drogas, percebemos que o objetivo pretendido pelo usuário ou dependente – isto é, mascarar a própria dor psíquica por meio da alteração perceptiva que a substância utilizada produz – não muda para melhor a realidade que ele vivencia, uma vez que as causas da dor e do sofrimento que o levaram a se anestesiar psiquicamente permanecem inalteradas, ainda que seus efeitos estejam temporariamente suprimidos. A utilização de drogas (lícitas ou ilícitas) também não ajuda o indivíduo a se fortalecer para enfrentar os problemas da vida, tendo em vista que tal força é conquistada quando lidamos efetivamente com as dificuldades e não quando procuramos evitar lidar com elas por meio do uso de bengalas psíquicas.


Nesse sentido, percebemos que a satisfação derivada do uso de substâncias químicas é tanto ilusória - uma vez que as drogas alteram apenas a percepção da realidade, e não a realidade em si – quanto efêmera – tendo em vista que os efeitos da substância são limitados no tempo e, em muitos casos, demandam níveis crescentes de consumo para serem alcançados. Além disso, é necessário levar em conta o risco da dependência física e/ou psicológica, com todos os efeitos deletérios que ela acarreta – inclusive a facilitação de processos obsessivos, como detalhado na obra “Com Quem Tu Andas.


Caso façamos uso ou sejamos dependentes de qualquer droga, lícita ou ilícita, reflitamos, em benefício de nós mesmos, se tal conduta convém à nossa real felicidade e, caso decidamos pela mudança, procuremos, com fé e esperança, toda a ajuda necessária. Por outro lado, caso não estejamos nessa situação, guardemos caridade para com aqueles que estejam, relembrando que nenhum de nós está imune às quedas e que talvez, nessa encarnação ou nas anteriores, tenhamos sido levantados do vício por atos de compreensão e bondade, atos esses que hoje podemos reproduzir em benefício do próximo.




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